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riscos_e_rabiscos

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Complot Tecnológico - a saga continua.

Pois é, continuamos na mesma. Pensava eu que as coisas iam voltar a entrar nos eixos, a trabalhar normalmente, a voltar à rotina, quando volto a ser surpreendida por mais um rude golpe. Aliás, dois. Já diz o povo que um mal nunca vem só e a sabedoria popular tem sempre razão.

 

Devem achar estranho, o pouco ou nada que tenho escrito por aqui e o não dar um saltinho aos vossos blogs para vos ler e comentar. A verdade é que o meu computador grande continua cheio de problemas. Às vezes parece que vai funcionar direitinho mas isso é mera ilusão. E é lá que tenho tudo, tanto o que diz respeito ao trabalho como a alguns aspectos de lazer. E sinto-me aborrecida e um bocadinho triste por este motivo. É naquele computador que gosto de estar, de trabalhar.

 

Ontem consegui entrar no computador em "modo de segurança" e fiz um "restauro do sistema" Aparentemente a coisa estava bem. Consegui responder aos comentários do meu blog, preparar algumas fotografias do Desafio Fotográfico que não publiquei burra! e pouco mais. E isto já foi tarde da noite. Hoje quando fui ligá-lo... plufs! Voltou ao mesmo. :(((

 

Como as dores de cabeça com o "Big PC" não chegavam, o meu telemõvel aliou-se ao seu primo tecnológico  nesta contenda infindável e começou também a dar-me problemas!!! O pobre coitado sofre de "bateriazite aguda", ou seja, tem a bateria a dar as últimas e já nem se aguenta vinte e quatro horas carregada. E mesmo desligado continua a gastar bateria, estranho, não?

 

Estou mesmo fartinha disto! :(((

[F7] Azul.

O azul é a minha cor favorita. Tenho várias coisas azuis mas decidi partilhar convosco duas das coisas que mais gosto: uma pintura que o N. me ofereceu num aniversário e um candeeiro que comprei na minha loja preferida que é A loja do Gato Preto.
São dois elementos decorativos que fazem parte da minha sala. a foto não está grande coisas mas prometo tirar outra melhor.
Gostam?

{#emotions_dlg.sarcastic}

Deprimida.

Cá em casa sabem mesmo como acabar comigo num estalar de dedos. Eu bem me esforço para fugir à depressão, para relevar as coisas mas há dias em que não dá. Não consigo. E hoje está a ser um deles.

 

Depois de almoço começou o meu inferno: o cão ladrava porque o estúpido (apetecia-me mesmo era dizer uma asneira) de um miúdo pôs-se a provocar o cão aqui debaixo da janela. Para ajudar à festa, começaram os implicanços e respectivas gritarias aqui do clã. Eu aguentei, juro que aguentei. Fiquei com uma enxaqueca brutal mas aguentei.

 

Envolvi-me nas minhas costuras mas acabei por desistir. Depois de uma pequena pausa disto tudo, regressa o clã todo a casa e aí começaram as acusações do costume contra a minha pessoa.

Lavada em lágrimas, arrumei toda as coisas. Não protestei nem disse nada, apenas que já não ia fazer nada porque já estava enervada. Caiu o Carmo e a Trindade!!!! Já é habitual, eu nunca posso dizer nada porque ficam todos ofendidos com o que eu digo. Já me habituei a estar calada mas às vezes esqueço-me e digo qualquer coisa.

 

Fiquei completamente arrasada e desmotivada e com as minhas mil interrogações do costume a passarem-me pela cabeça, enquanto as lágrimas caiam na almofada. Depois sou arrebatada com aquele vazio, aquela falta de forças e o nó na garganta. Os nervos abrem-me o apetite (mais uma maldição1) e só me apetece engolir tudo o que me aparece à frente

 

E é nestas alturas que sou fortemente consciencializada do mal que a crise me está a fazer, da minha real incapacidade financeira que me faz depender de outros pois não sou capaz de susbsistir com aquilo que ganho, com o balde de água fria que é ir à luta, tentar fazer coisas para combater esta situação e não conseguir.

 

E é isto tudo que me aniquila, que me deprime profundamente. E as lágrimas soltam-se e lavam-me o rosto como se fossem uma cascata...

W.I.P. (Work In Progress)

Ontem foi um dia dedicado à preparação de trabalho para hoje. Tendo sido ontem feriado, estava toda a gente cá em casa e o sossego era pouco. Por isso, em vez de montar o estaminé da máquina de costura e restantes apetrechos, dediquei-me ao corte de peças. Cortei, cortei, cortei e agora é enfiar na máquina de costura para fazer magia! :)))
Vou ali armar-me em fada e já venho! Até já! :)

[F5] Água.

 Esta foto foi tirada nas minhas últimas férias de verão.
É um dos ex libris da região Baixo Alentejana. A foto é da tão badalada e falada Barragem do Alqueva. É uma imensidão de água infinita, com uma magnitude impressionante. De tal maneira que eu tive um ataque de pânico... esta Pepper é mesmo parva!
Deixo-vos apenas uma amostra das várias fotos que tirei de diferentes pontos e de um ponto turístico giríssimo, que vale a pena ir visitar e apreciar...

[F4] Vermelho

Esta foi a mais bela rosa que alguma vez vi e recebi. Era de um vermelho escuro, de aspecto e toque aveludado, robusta e cheirosa. Era linda, linda, linda.
Foi-me oferecida pelo N. pelo meu aniversário. A bela flor conseguiu resistir, em pleno mês de Agosto, a uma viagem de quase 300 quilómetros até chegar às minhas mãos. Esta foi das poucas flores que o N. me ofereceu pois ele ama plantas mas em vaso, para perpetuar a sua vida, e não em ramos. Por este motivo, a minha casa parece uma floresta! :)))
Desta rosa, ficaram as fotos e a memória.

Muda o tempo...

Mudo eu também! Estava tão bem ontem e hoje estou a modos que "uma lástima". Bom, se calhar estoua exagerar um bocadinho também. :P

 

Apanhei um "fresquinho" ontem ao fim da tarde enquanto esperava pelo autocarro. Foi coisa pouca... meia hora ao frio e ao vento porque o $#&=)%&= sacana do autocarro passou antes da hora.

 

Hoje estou fungosa e aos espirros, pois está claro! E como se isto não bastasse, já tive uma pequena arrelia. Há coisas que me deixam danada porque parece que há pessoas que não têm sensibilidade a determinadas situações. Ou então afzem de propósito... sei lá! Fico.. decepcionada, talvez... não sei se é esta a palavra certa. Mas pronto, é seguir em frente.

 

Agora vou ali dar mais setecentos espirros e grelhar uma postinha de salmão que está a pedir-me para a devorar. E eu vou fazer-lhe a vontade!

 

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